Urishalaim


reativando o blog...

...para não perder as mensagens. Mas meu blog é www.urishalaim.blogspot.com

abraços e chag chanuca sameach!



Escrito por Uri às 05h57
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Novo Blog - Urishalaim no ar

aí vai o novo blog: URISHALAIM.

abraços e até lá!

chag sameach

Uri

 

 



Escrito por Uri às 17h54
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




sim shalom e Urishalaim

amigos, por motivos que fogem à razão, não saiu o blog Urishalaim em outro endereço. quem sabe mais adiante, com outro desenvolvedor. Por enquanto estamos aqui, e esta ótimo. em breve mudamos a apresentação, uma vez que agora moro em Jerusalém e não mais em Buenos Aires.

abraços a todos, com shalom, tová uvrachá

e chag sameach!

Uri



Escrito por Uri às 06h31
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Urilam.com em construção

Meu novo blog www.urilam.com ainda está em construção. já imagino coisas a escrever, a colocar, algumas estão prontas, mas preciso ter paciência. Talvez eu realmente esteja em construção, não apenas meu blog:-)

Pretendo contar um pouco do que estou vivenciando em Israel, particularmente em Jerusalém.

Um exemplo:

imagem ilustrativa apenas de alguns moradores de Nahlaot.

De um serviço de Cabalat Shabat onde as luzes se apagaram e uma sinfonia de vozes continuou ressoando "Lecha Dodi", todos juntos, mas de algum modo, cada um por si. Uma sensação por um lado emocionante, por outra confusa, do tipo "o que estou fazendo aqui". Desde o homem sentado ao meu lado, um americano (pelo sotaque) com uma kipá multicolorida, uma espécie de avental meio vinho cheio de bordados, e tênis vermelhos e surrados, com uma barba e cabelos brancos e olhos azuis, que ora ficava sentado, aparentemente alheio a tudo, mas "acordava" na hora do Cadish Iatom. Do rapazes de olhos fechados rezando em estado de êxtase, mas nada comparado a um homem de Shtreimel na frente, abraçado literalmente ao Aron Hacódesh, a arca sagrada, batendo com as mãos marcando o ritmo da confusão de vozes, movendo freneticamente a cabeça de um lado para o outro, olhos fechados e sorriso no rosto, muitas vezes esganizado, lembrando exageradamente a movimentãção de cabeça de Ray Charles ao piano... mas em movimentos fortes. me assustou um pouco o exagero dos gestos. Por outro lado, a cada canto em que as vozes se casavam e aumentavam de intensidade, com uma e outra se destacando - enquanto a luz permaneceu despropositadamente apagada, queda de energia da rua - envolvia de tal modo que também eu, de olhos fechados, via literalmente aqueles chassidim de quadro, de foto, dançando no ar, de mãos dadas e em círculos, ora levantando a cabeça, ora baixando. Em que página estamos? parece que isto era tido como sabido de todos. também pouco importava, dada a escuridão. foram quase duas horas de serviço religioso e, quando terminou, todos se cumprimentaram e foram para casa, sem passagem de uma situação de êxtase para a volta ao mundo. Saí de lá e olhei prá trás, como se saísse de um sonho conturbado. Mas a imagem atrás de mim pouco tinha a ver com isso: em pleno bairro, entre ruelas, as luzes iluminavam os predinhos de uma rua de Nachlaot, meu bairro, com gente sentada nos bancos, outros poucos andando, como se fosse um belo cenário. Tem horas que pensei comigo: quero sentir certas emoções que senti ali em nossas sinagogas liberais. Em outros momentos senti o contrário, que precisava respirar o ar das comunidades liberais, talvez menos emocionante, mas também menos cindido.

abraços, e espero que em breve nos encontremos no novo blog.



Escrito por Uri às 10h50
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Ierushalaim sheli

amigos,

vcs devem ter percebido que o blog está parado. assim que o novo blog estiver pronto, anuncio aqui ok? ele representará a mudança de Buenos Aires para Jerusalém, onde dou continuidade aos meus estudos rabínicos. assim que tiver novidades, aviso.

enquanto isso, desejo chag sameach a todos e só alegrias.



Escrito por Uri às 17h07
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Tesouros de Rosh Hashaná

Iniciamos o mês de Elul, o último de 5768, quando nos preparamos para Rosh Hashaná 5769, mais um ano, de acordo com o calendário judaico. Várias contagens regressivas são disparadas...

Como preparação para 5769, apresento a vocês alguns pequenos textos sobre Rosh Hashaná. boa leitura!

Pequenos tesouros para Rosh Hashaná

 

Rosh Hashaná realmente é o aniversário do mundo?

Vejamos as letras hebraicas da primeira palavra da Torá, בראשית , Bereshit. Se recombinarmos as letras, teremos "Alef Betishrei", o primeiro dia de Rosh Hashaná.

Mas existe um midrash segundo o qual o mundo foi criado no dia 25 de Elul. Assim o 6º dia da Criação, quando Deus criou o ser humano, caiu em 1º de Tishrê. Isto significa que Rosh Hashaná é o aniversário não da criação do mundo, mas da criação do ser humano! Para alguns pode ser um pensamento agradável, para outros, um tanto egocêntrico.

***

Este Rosh Hashaná e Iom Kipur caem em qual signo do zodíaco?

Normalmente, o período de 1 a 10 de Tishrê cai dentro do signo de Libra, representado por uma ...  balança! Coincidência ou não, este é justamente o período do ano em que “fechamos para balanço”, refletimos sobre nossas ações ao longo do ano, assim como os dias em que a combinação entre nossas ações e o nosso arrependimento sincero pelas más ações será levado em conta no Tribunal Celeste. A busca no período é por justiça, reequilíbrio, perdão, leveza.

***

Quando não temos palavras para expressar a nossa dor e a nossa culpa, o que fazemos?

Ao escutarmos os toques do shofar, somos inspirados a nos conectar com Deus em uma oração direta, sem nenhuma intermediação, nem das palavras.  Há certas coisas que conseguimos expressar verbalmente, outras só ousamos pensar e sentir, mas não dizer. Há certas coisas, porém, que nos fazem chorar e nem sabemos o que é, mas queremos contá-las, precisamos contá-las para Deus. O shofar é o instrumento apropriado para isso. O toque de Tekiá representa um gemido profundo, doído. O toque de Teruá é como soluços de quem está chorando, mas ainda com um certo controle. Mas os toques de Shevarim soam como soluços e gemidos quebrados, sem controle, sofridos. Ao levarmos a Deus as nossas orações sem palavras, através destes choros, soluços e gemidos, podemos nos sentir consolados e abraçados por anjos que nos deixam um calor de proximidade a Deus - justamente no momento em que mais precisamos estar junto Dele.

A propósito, de acordo com alguns sábios o shofar é curvado, como símbolo das pessoas que se curvam diante daqueles a quem feriram, e diante de Deus - em sinal de arrependimento e de humildade.

***

Você acha as prédicas dos nossos rabinos muito longas?

Isso é porque você não viveu na época em que os judeus viviam em shteiteles, aquelas cidadezinhas na Europa. Em muitos deles, um dos momentos mais solenes era o discurso do rabino no Shabat Shuvá, o Shabat do Arrependimento, entre Rosh Hashaná e Iom Kipur. O rabino podia ficar horas e horas discursando, e normalmente boa parte do discurso era uma sonora repreensão aos congregantes, a fim de sensibilizá-los a se arrependerem dos seus pecados ao longo do ano. Naquela época o rabino fazia suas prédicas duas vezes ao ano: em Pessach e no Shabat Shuvá. Podemos imaginar que pode ter sido uma sugestão da comissão de culto da época pedir ao rabino para realizar mais prédicas ao longo do ano, e mais curtas... quem sabe?

***

Você pede perdão? Que bom. Mas você também é capaz de perdoar? De verdade?

Se alguém vier até você antes de Iom Kipur ou ainda durante Iom Kipur e pedir desculpas por alguma coisa que ela acredita ter feito contra você, aceite sem pestanejar. É a sua grande chance de fazer as pazes e aliviar o peso dos rancores do passado. Eles não precisam fazer parte da sua bagagem na  Balança Celeste neste dia

E não espere muito tempo para perdoar ou para pedir perdão. Nunca se sabe se haverá outra oportunidade. Pense nisso.

***

Shaná Tová, que todos nós sejamos inscritos para o ano de 5769.

Gmar Chatimá Tová, que em Iom Kipur Deus confirme a inscrição de nossos nomes no Livro da Vida.

E bashaná habaá Birushaláim, venham ano que vêm para Jerusalém. Eu estarei lá, como um posto avançado da CIP, pronto para recebê-los de braços abertos!

Uri Lam

Que reinicia seus estudos rabínicos em Jerusalém, logo após as Grandes Festas.

 



Escrito por Uri às 16h46
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Mudanças por aí

Queridos amigos que visitam o meu blog, em breve apresentarei meu novo blog, com novas seções, novas características, novo nome. Novos tempos...

Está sendo preparado com muito carinho.

enquanto isso, sugiro que entrem no site www.judaismoprogressista.org onde publiquei a tradução de duas posições do movimento judaico reformista/progressista que entendo serem da maior importância.

Boa leitura e shabat shalom.



Escrito por Uri às 08h13
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Por que eu sou judeu? Edmond Fleg (1927)

fonte da imagem: http://www.guysen.com/

 

No sidur Mishkan Tefillah, do movimento reformista, podemos encontrar este poema no serviço religioso de shacharit de Shabat, ao lado das bênçãos da manhã.

Tradução: Uri Lam

 

EU SOU JUDEU PORQUE

a convicção religiosa de Israel não exige nenhuma abdicação de minha mente.

Eu sou judeu porque

a convicção religiosa de Israel exige toda a devoção de meu coração.

Eu sou judeu porque

em todo lugar onde o sofrimento lamenta, o judeu lamenta.

Eu sou judeu porque

toda vez que o desespero grita, o judeu mantém a esperança.

Eu sou judeu porque

a palavra de Israel é a mais antiga e a mais recente.

Eu sou judeu porque

A promessa de Israel é a promessa universal.

Eu sou judeu porque

para Israel, o mundo não está completo; nós o estamos completando.

Eu sou judeu porque

para Israel, a humanidade não é criada; nós a estamos criando.

Eu sou judeu porque

Israel coloca a humanidade e sua unidade

acima das nações e acima da própria Israel.

Eu sou judeu porque

Acima da humanidade, imagem da Unidade divina,

Israel coloca a unidade, que é divina.

(Edmond Fleg, 1927)



Escrito por Uri às 16h14
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Olimpíadas Munique 1972: 11 atletas israelenses mortos, há 36 anos

Após onze dias de confraternização,  os jogos olímpicos de Munique 1972 produziam marcas fantásticas, como as do nadador Mark Spitz, vencedor de sete medalhas de ouro e que estabelecee sete recordes mundiais. Só agora, em 2008, ele poderá ser superado pelo nadador Michael Phelps, que tenta 8 medalhas de ouro. 36 anos depois.

Mas na manhã de 5 de setembro de 1972, oito terroristas palestinos invadiram a vila olímpica, tomaram competidores da equipe olímpica israelense por reféns e assassinaram 11 deles.

Os Jogos Olímpicos foram suspensos por 24 horas, com uma cerimônia religiosa oficiada em memória dos atletas assassinados. As bandeiras de todos os países foram hasteadas a meio pau, em sinal de luto. Há 36 anos. E os jogos continuaram.

 

Que as almas destes atletas estejam descansando na corrente da vida eterna, entre todos os seus irmãos do povo de Israel.

Que a lembrança de suas memórias seja uma bênção. Zichronám livrachá.

 

 



Escrito por Uri às 16h47
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




The Longing Forgotten - Os judeus esquecidos da América do Sul

Em épocas em que os bnei anussim/marranos buscam reconhecimento, enquanto grupos messiânicos se passam por anussim e ludibriam pessoas esclarecidas, movimentos judaicos ortodoxos, conservadores e reformistas atuam, cada um ao seu modo, junto a famílias de anussim, em um delicado movimento para reconhecê-los como parte do nosso povo e ao mesmo tempo não ferir sentimentos e levar à plena integração e normalização das relações dentro do povo judeu como um todo. Um destes esforços está documentado em “Os judeus esquecidos da América do Sul”, de Gabriela Bohm.

Trata-se de um polêmico retrato de descendentes de judeus da Península Ibérica que foram convertidos à força pela Inquisição e, passadas várias gerações, redescobrem sua origem e desejam se “reconverter” ao judaísmo. Rechaçados pelas comunidades judaicas das cidades onde moram, na Colômbia e no Equador, encontram pela Internet um rabino reformista paulistano, Jacques Cukierkorn, hoje radicado nos EUA, que os auxilia na conversão. As pesquisas históricas que lastrearam o documentário tiveram a participação de vários estudiosos do tema, entre eles Anita Novinsky, professora associada do Departamento de História da Universidade de São Paulo (USP); Mário Cohen, professor e diretor do Centro de Cultura Sefaradita de Buenos Aires, e Ellis Rivkin, professor emérito do Jewish History Union College, em Ohio, Cincinati.
O documentário foi premiado no Festival de Cinema Judaico de Nova York (2007) e no Festival de Santa Fé (Novo México/2007). Foi exibido em diversos festivais de cinema judaico, entre eles os de São Francisco, Los Angeles, Toronto e Vancouver e também no Cine Las Americas, em Austin, Texas. Será exibido no dia 24 de agosto, no "IV Festival de Cinema Judaico do Rio de Janeiro", e nos dias 07 e 08 de agosto durante o “Festival de Cinema Judaico” de São Paulo. Farei de tudo para estar presente, durante o Festival de Cinema Judaico em São Paulo.

Diversos esforços são feitos por rabinos e líderes religiosos dos diversos movimentos judaicos em favor do reconhecimento de comunidades judaicas no Brasil, seja em Pernambuco, pelo movimento ortodoxo Shavei Israel, seja em outros lugares do Brasil, por voluntários ligados a comunidades judaicas liberais, seja em toda a América Latina, pelo rabino Jacques, reformista; para não falar em Uganda, onde foi recém-criada uma yeshivá conservadora junto aos judeus abayudayas, e na Polônia, onde chabadnikim, rabinos da Shavei e do movimento reformista se esforçam por trazer jovens poloneses de volta às suas raízes judaicas. Pena que façam tudo em separado. Que bom que o fazem.

O rabino Jacques Cukierkorn costuma dizer que é grato à sua comunidade em Kansas city por lhe dar espaço para cumprir seu papel junto a anussim por toda a América Latina. Col hacavod, e que mais rabinos reformistas sigam o exemplo.



Escrito por Uri às 08h33
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]


[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]


 
Histórico
Categorias
  Todas as Categorias
  judaísmo
Outros sites
  CIP (Congregação Israelita Paulista)
  Rinat Malkes o O Outro Lado da Terra Santa
  Iton Gadol [jornal argentino judaico]
  Pletz
  Canal 10 de Israel
  Haaretz [jornal israelense]
  Judeus.org [antimissionário]
  Bet Midrash Virtual
  JTA [notícias judaicas no mundo]
  Judaísmo Progressista
  Kaluach [calendário judaico gratuito e excelente]
  WUPJ
  WUPJ América Latina
  Yediot Achronot [jornal israelense em inglês]
  SIBRA - judaísmo gaúcho tche!
  The Rebbe Zalman Legacy Project
  Judeus pelos Judaísmo (antimissionário - em inglês)
  Blog Mordechai Kaplan (Reconstrucionista)
  Blog rabino Ale Bloch
  Blog Pletz
  My Jewish Learning
Votação
  Dê uma nota para meu blog